|
| |
|
|
| |
A Alpina S/A Indústria e Comércio foi fundada em 1949. Seu propósito foi, e continua sendo, construir equipamentos industriais, oferecendo continuamente ao mercado a última tecnologia, com qualidade garantida e serviços eficientes a preços competitivos. |
| |
|
| |
Com mais de 50 anos em funcionamento, A Alpina é conhecida como um bem reputado grupo de companhias no Brasil. |
| |
|
| |
Além de exportações significativas para a Alemanha e EUA, a Alpina tem o domínio de boa parte do mercado brasileiro de torres de resfriamento, bem como uma participação importante no Mercosul (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai) e na Venezuela |
| |
|
| |
A partir de 1988, o Grupo Alpina foi descentralizado e reorganizado para atender a crescente demanda e a forte diversificação de produtos e serviços, compondo-se hoje por subsidiárias independentes e de parcial funcionamento autônomo, mantendo-se apenas alguns serviços auxiliares, comuns a todos, na sede central de São Bernardo do Campo. |
| |
|
| |
 |
A área fabril, total e construída, de propriedade da ALPINA é de aproximadamente 15.000 m2, em uma área total de terrenos de aproximadamente 59.000 m2. |
| |
|
|
| |
|
|
|
|
ALPINA Equipamentos Industriais Ltda.
|
ALPINA Termoplásticos Ltda. |
| Desenvolve torres de resfriamento, condensadores evaporativos, resfriadores evaporativos com serpentina irrigada (Fluid Coolers), torres de resfriamento de vinhaça, resfriadores de soluções ácidas e ventiladores axiais. |
Tanques químicos para a indústria em geral, IBC's: containers para transporte de líquidos corrosivos, válvulas plásticas, engenharia e design de vasos plásticos para armazenagem, processamento ou handling de líquidos perigosos, placas e tanques isolados para aquecimento da água por energia solar, etc. |
| |
|
|
|
|
|
| ALPINA Montagens, Comércio e Serviços Industriais Ltda. |
ALPINA-CALMAC Equipamentos de Frio S/A |
| Assistência técnica externa e montagens dos equipamentos fornecidos pela ALPINA Equipamentos Industriais Ltda. |
Projeto, fornecimento e assistência técnica para instalações de acumulação de frio, para centrais de ar-condicionado, com uso das patentes da CALMAC Inc., USA, e fabricação nacional pela ALPINA Equipamentos e ALPINA Termoplásticos. |
| |
|
|
|
|
|
| ALPINA Briggs Defesa Ambiental S/A |
ALPINA Ambiental S/A |
| Contratação da administração de centros para o combate de derramamento de óleo, no mar, em rios e em lagos, bem como a execução responsável destes serviços, com levantamento e engenharia especializada de planos de contingências e consultoria e assessoria nesta especialidade. |
Fabricante de equipamentos de combate à poluição por hidrocarbonetos, como barreiras de contenção, material absorvente, recolhedores de óleo, entre outros, a Alpina Ambiental atua há mais de 20 anos neste setor, englobando um completo portfolio de atividades: fabricação, estudos técnicos ambientais, tais como análises de risco, mapas de sensibilidade e planos de contingência, além de planejar e executar ações de prevenção à poluição do meio ambiente, buscando adaptá-las à legislação ambiental.
É membro do Petroleum Equipment Institute – PEI, que certifica os produtos da empresa com um nível de qualidade internacional. Na sua linha, agrega-se também o sistema para tratamento de efluentes domésticos e industriais. |
| |
|
|
|
|
|
| Alpina Orion |
ALO SOLAR |
| As Usinas de Açúcar e Álcool do interior do estado de São Paulo, estão empreendendo uma revolução em suas áreas produtivas, ampliando o plantio de cana e a capacidade de
produção. Para garantir o crescimento da produção, muitas delas estão implementando novas tecnologias açucareiras, que garantem eficiência nos produtos da ALPINA a baixo custo, manutenção eficaz e alta durabilidade. |
Vendas e assistência técnica/comercial e montagens dos equipamentos para energia solar, sob a marca ALO SOLAR e sob design e desenvolvimento em conjunto com a firma Obemaier GmbH/Alemanha. |
|
|
|
|
|
|
| Alpina Saneamento |
Terminales |
A Alpina Ambiental atua há vinte anos no mercado de produtos e equipamentos para combate a derramamentos de petróleo e derivados e está lançando uma nova linha de produtos para tratamento de efluentes domésticos e industriais. Os equipamentos DBR são Estações de Tratamento de Esgotos que utilizam a tecnologia de Discos Biológicos Rotativos, consagrada mundialmente pela sua eficácia e baixo custo operacional. Projetados para atendimento de uma grande faixa de contribuição, possibilitam utilização em unidade unifamiliares, podendo ainda tratar efluentes de condomínio, bairros e até municípios.
O Sistema DBR, além de ter uma operação praticamente inaudível e inodora, também permite que o efluente gerado seja reusado para os mais diversos fins, como por exemplo a reposição de água em torres de resfriamento, sistema de lavagem de máquinas e equipamentos, descargas de toaletes, irrigação, entre outros.
Com fabricação própria, a Alpina disponibiliza ao mercado quatro famílias diferentes: DBR MXI, DBR COMPAC, DBR 100 a 500 e DBR 1200 a 3000. |
A área fabril e construída, de propriedade da ALPINA é de
aproximadamente 15.000 m², em uma área total de terrenos
de aproximadamente 59.000 m².
O número total de empregados é de aproximadamente 900
(Novembro/2006).
A estrutura comercial é organizada em rede que cobre todos
os grandes centros do Brasil e da américa do Sul. Sua sede
central situa-se em São Bernardo do Campo, São Paulo
onde os mais importantes projetos e vendas são efetuados
pelo experiente time de engenheiros.
Filiais regionais são
mantidas no Sul (Porto Alegre, RS), Rio de Janeiro e e
Nordeste (Recife, PE) e também contam com engenheiros
experientes.
Importantes centro econômicos no Brasil (Vitória/ES, Belo
Horizonte/MG, Curitiba/PR, Salvador/BA, Manaus/AM) são
atendidos por engenheiros, representantes independentes.
Outros representantes são mantidos em Santiago/Chile;
Montevidéu/Uruguai; Assunción/Paraguai;
Paramaribo/Suriname; Valencia/Venezuela e Guatemala..
Relações especiais são mantidas com a Venezuela, através
da cooperação com o fabricante local de torres de
resfriamento, RODELCA. A pesquisa ao consumidor supra
mencionada, em geral, avaliou como alta a qualidade do
time de vendas e atendimento em serviços e manutenção. |
| |
|
| |
|
A
empresa lança a primeira torre de resfriamento, em madeira em
contra-corrente, projetada e fabricada no Brasil para aplicações
industriais. |
1952 |
Primeira torre de resfriamento multicelular de tiragem forçada, em madeira. |
1953 |
Primeira série de torres de resfriamento compactas, unicelulares, de tiragem forçada ou induzida, pré-fabricadas e padronizadas, para aplicações em ar condicionado, em madeira. |
1954 |
Primeira torre de resfriamento para uso industrial, em contracorrente com estrutura em concreto e enchimento em fibrocimento. |
1956 |
Primeira torre de resfriamento com pulverização, para águas com alto nível de sólidos em suspensão. |
1959 |
Primeira torre de resfriamento multicelular fabricada no Brasil, em contracorrente, em madeira, para uso nas indústrias petroquímicas e metalúrgicas. |
1962/63/64 |
Introdução bem sucedida de projetos de torres de resfriamento em contracorrente (concreto e madeira) nas novas refinarias brasileiras. |
1966 |
Mais
uma inovação, com o ventilador axial com pás de
plásticos reforçado com fibra de vidro (PRF), diâmetro
de até 6,3 m. O primeiro fabricado no país. |
1968 |
É
firmado um acordo de cooperação téncia com a Balcke-Dürr
AG Alemanha, empresa considerada uma das mais importantes no ramo de
torres de resfriamento. |
1969 |
Primeiro enchimento em filme corrugado de PVC, com alta capacidade térmica. |
1970 |
Primeira torre de resfriamento compacta, totalmente em plástico, padronizada, para aplicações em ventilação e ar condicionado central, na américa do Sul. |
1971 |
Primeira torre de resfriamento industrial em contracorrente, resistente a sujeira, com enchimento em barras de respingo em PVC, com efeito auto-limpante patenteado, para altas capacidades. |
1973 |
Primeira das seis torres de resfriamento para ácidos, multicelulares, em PRF, para resfriamento e concentração de soluções ácidas de zinco e enxofre em plantas de eletrólise no Brasil. |
1975 |
As fronteiras
começam a abrir, com a primeira exportação de 12
unidades de ventiladores axiais de PRF com 10,4 m de diâmetro para
indústria química na Alemanha. |
1977 |
Primeiro condensador evaporativo totalmente em plástico com trocadores metálicos. |
1978 |
Expansão do projeto de torres de resfriamento compactas, totalmente em plástico, para até 55 cm² (600 sq.ft) por célula. |
1979 |
Primeiro resfriador e concentrador de vinhaça, totalmente em plástico, protegido contra corrosão, para a indústria sucroalcooleira, envolvendo cinco patentes. |
1980 |
Primeira exportação de novo ventilador em PRF, com baixo nível de ruído, tipo 8EM2, para uma usina geradora de energia na Alemanha (39 + 29 unidades, 6,30 m (20 ft)). |
1982 |
Expansão do projeto da torre de resfriamento padronizada, pré-fabricada, do tipo contracorrente, para até 107 m² (1150 sq. ft) por célula. |
1986 |
A Alpina
fecha um contrato para fornecer a maior torre de resfriamento de água
do Brasil até então, com vazão de 33.000 m³/h
de água. |
1987 |
Exportação de 88 ventiladores axiais de PRF, com baixo nível de ruído, medindo 7,10 m (24 ft) de diâmetro, para uma usina nuclear alemã. |
1990 |
Expansão da série de torres de resfriamento, com estruturas em aço, com proteção anticorrosiva, para até 216 m² (2320 sq. ft) por célula. |
1992 |
Primeira torre de resfriamento totalmente em plástico, em PRF pultrudado, série PPU com parafusos em aço inox, para até 107 m² (1150 sq. ft) por célula, totalmente pré-fabricada e resistente ao fogo, com 10 anos de garantia. |
1993 |
É
exportado o primeiro ventilador axial em PRF feito no país. Com
12,5m de diãmetro era destinado à planta de geração
de energia, em substituição a antigos ventiladores. |
1992/97 |
Fornecimento de um total de 280 ventiladores em PRF, de baixo nível de ruído, perfil 8EM2 de 7,1 a 10,4 m (24 a 39 ft) de diâmetro para muitas plantas de geração de energia espalhadas pelo mundo. |
1998 |
Programa para expandir a torre de resfriamento tipo PPU, em PRF pultrudado, para até 216 m² (2320 sq. ft) por célula (mais de 3890 m³/h ou 17.120 GpM por célula). |
1999 |
Inicia a
exportação de torres de PPU para o México. |
1999 |
Execução do protótipo de um ventilador axial ultra-silencioso, medindo 2,8 m de diâmetro (tipo " FOICE "), com velocidade periférica de 20 m/s e testes positivos num
instituto renomado da Alemanha. |
2000 |
Execução de ventilador ultra-silencioso com 4,5 m de diâmetro e lançamento de uma linha padrão, tipo 20E. Aprovação em testes de campo, de um total de 18 células PPU, de PRF, com áreas de 186 até 217 m², fabricadas no ano anterior e operando a plena carga. |
2001 |
Projeto e lançamento de :-uma torre em PRF, pré-fabricada, especial para uso em usinas termoelétricas, multicelulares, em linha, com grandes capacidades, para até 350 m² de área;-Um ventilador axial, de PRF, medindo 20 m de diâmetro, com fornecimento de protótipo para um programa de substituição na Europa.Posta em marcha cinco células de resfriador de ácido, com 72 m² por célula, provavelmente as maiores existentes na América do Sul, totalmente em plásticos de engenharia, resistentes à corrosão, para metalurgia de zinco. |
2002 |
Introdução do Programa de "Torres de Alto Rendimento", usando software que otimiza o dimensionamento físico (custo do investimento) com o custo operacional (energia, manutenção preventiva), usando os parâmetros específicos (custos locais) e as preferências especificadas (taxas de juros, amortização, área disponível, etc.) pelo comprador.Contratação de quatro torres multicelulares, para usinas termoelétricas novas, com uma vazão total acima de 100.000 m³/h (= 100.000.000 litros por hora), sendo uma delas totalmente pré-fabricadas, com estrutura em aço, protegida contra corrosão pelo sistema ALPICOAT. |
2003 |
Investimentos substanciais para racionalização e automatização da fabricação de componentes-chave para transformação dos plásticos de engenharia, que tem sempre crescente participação, em substituição a outros materiais em torres de resfriamento, reduzindo custos e aumentando a qualidade.A manufatura e a montagem das torres recebeu a Certificação da Qualidade ISSO-9001/2000. |
2004 |
Ano dedicado essencialmente à consolidação dos investimentos realizados e à busca incessante de racionalização e inovação.2005 Projeto prototipagem e testes de um novo modelo de biodigestor rotativo (DBR) para a redução da DBO (Demanda Biologica de Oxigênio) em águas residuais, industriais. |
2006 |
Estudos, desenvolvimento e adaptação dos biodigestores DBR ao tratamento adequado do blowdown de desconcentração especificamente para as torres de resfriamento das Usinas de Álcool e Açucar. Assim a carga-orgânica (DBO) será reduzida aos seus limites máximos, conforme a legislação reguladora recente, para reúso ou descarte aos cursos naturais, que acabam sendo recuperados. |
|
 |