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Calculada a vazão máxima de trabalho da bateria, necessitamos conferir qual a vazão real que a bomba utilizada fornece. |
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Evitar o uso de curvas de desempenho de bombas, pois as mesmas são obtidas em laboratório, com bombas novas, rotores sem desgaste, sem filtros, condições essas bem diferentes das reais. |
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Na maioria das instalações podemos utilizar o método de medir a vazão com a ajuda de um balde calibrado e cronômetro. O ponto de medição deve ser o mais próximo da entrada da bateria de coletores, em cima do telhado, após o registro calibrador. |
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| Antes da medição, retro-lavar o filtro e limpar o cesto do pré-filtro. |
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VAZÃO AFERIDA ABAIXO DA CALCULADA: |
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Quando a vazão real for abaixo da calculada, mas ainda atendendo a faixa de vazão entre 200 e 250 l/h por placa de entrada, devemos trabalhar com a bomba existente. |
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Abaixo desses valores, onde a eficiência térmica da bateria é baixa, estudar a substituição da bomba por outra de maior vazão. |
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VAZÃO AFERIDA ACIMA DA CALCULADA: |
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Nesse caso precisamos restringir a vazão até o valor calculado. |
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Colocar um registro de gaveta na tubulação de entrada, de preferência em cima do telhado (longe de mãos curiosas!). Calibrar a vazão com testes sucessivos, fechando o registro. Evitar o uso do registro do “by-pass”, pois a regulagem não é confiável (todo mundo mexe!). |
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Sempre cuidar, ao calibrar a vazão, da integridade do conjunto de filtragem da piscina. Reduções excessivas de vazão e/ou altura da colocação da bateria podem provocar um aumento da pressão do filtro (olhar manômetro!), danificando-o.
Nesses casos, o uso de bomba auxiliar é necessário. A fábrica pode auxiliar com projeto específico. |
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